Embora seja a compra por impulso apresente uma tendência de diminuição, uma pesquisa realizada pelo birô de crédito SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas CNDL com 910 brasileiros, no período entre 8 e 22 de março de 2018, aponta que:

Usaram o crédito no mês de fevereiro para fazer comprar por impulso, ou seja, para adquirir produtos que não poderiam ser considerados essenciais e que comprometeram seus orçamentos.

A pesquisa da CNDL revela que a maioria dos produtos adquiridos por quem fez compras não planejadas foi:

Existem, basicamente, dois tipos de compras por impulso. A primeira ocorre quando o consumidor decide comprar algo que até queria, mas não pensava em comprar exatamente naquele momento. A outra, o consumidor compra o que não desejava por simples manipulação do vendedor, que apresenta suas mercadorias como imperdíveis. 

No geral, alguns fatores podem servir de gatilho para as compras impulsivas: embalagens chamativas; a habilidade de persuasão dos vendedores; ansiedade ou questões emocionais do consumidor; produtos com preços abaixo da média, em liquidação.

Para os descontrolados, a falsa sensação de comprar sem pagar nada que o crédito proporciona tende a levar consumidores desinformados ao superendividamento e à inadimplência, além do acúmulo supérfluos, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti: "A regra de bolso diz que o consumidor não deve comprometer mais do que 30% da própria renda com prestações. Consumidores menos atentos podem ser iludidos pelos valores baixos das parcelas e pelos prazos a perder de vista".

Embora seja a compra por impulso apresente uma tendência de diminuição, uma pesquisa realizada pelo birô de crédito SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas CNDL com 910 brasileiros, no período entre 8 e 22 de março de 2018, aponta que:

Usaram o crédito no mês de fevereiro para fazer comprar por impulso, ou seja, para adquirir produtos que não poderiam ser considerados essenciais e que comprometeram seus orçamentos.

A pesquisa da CNDL revela que a maioria dos produtos adquiridos por quem fez compras não planejadas foi:


Existem, basicamente, dois tipos de compras por impulso. A primeira ocorre quando o consumidor decide comprar algo que até queria, mas não pensava em comprar exatamente naquele momento. A outra, o consumidor compra o que não desejava por simples manipulação do vendedor, que apresenta suas mercadorias como imperdíveis. 

No geral, alguns fatores podem servir de gatilho para as compras impulsivas: embalagens chamativas; a habilidade de persuasão dos vendedores; ansiedade ou questões emocionais do consumidor; produtos com preços abaixo da média, em liquidação.

Para os descontrolados, a falsa sensação de comprar sem pagar nada que o crédito proporciona tende a levar consumidores desinformados ao superendividamento e à inadimplência, além do acúmulo supérfluos, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti: "A regra de bolso diz que o consumidor não deve comprometer mais do que 30% da própria renda com prestações. Consumidores menos atentos podem ser iludidos pelos valores baixos das parcelas e pelos prazos a perder de vista".

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