Uma paixão nacional invade a praça pública a cada quatro anos. De Norte a Sul do país, crianças e adultos têm se engajado na tarefa de trocar figurinhas para completar seus álbuns da Copa do Mundo, um fenômeno já típico na história dos Mundiais, que sobrevive mesmo em tempos de imaterialidade e predominância do conteúdo digital.

Essa tradição vem de longa data: o primeiro registro de álbum de figurinhas colecionáveis no Brasil é da Copa de 1950, sediada no país. Porém, foi na Copa de 1970 que a empresa italiana Panini lançou seu primeiro álbum, dando início à febre que se tornaria mundialmente celebrada.

Completar o álbum tem importância pessoal e até

patriótica — tal qual as disputas em campo.

Mesmo cercados de tecnologia e acesso imediato a conteúdos digitais, os torcedores utilizam diversos recursos para a montagem dos álbuns. Seja mobilizando amigos ou controlando a coleção de cromos em grupos nas redes sociais ou apps, criando tutoriais e depoimentos ou, ainda, amplificando a solidariedade para ajudar quem apenas sonhou em ter o próprio álbum.

De acordo com o CEO da Panini America, Mark Warsop, dificilmente o digital substituirá o prazer de adquirir os pacotes de figurinhas e rasgá-los para, então, descobrir o que há dentro deles. Os milhares de colecionadores em todo o mundo concordam.

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