A Geração Z chegou ao mercado de trabalho. A previsão é que em 2020 eles ocupem mais de 20% das vagas disponíveis. O que isso significa? Quais mudanças virão com esses novos entrantes? Túlio Custódio e Cíntia Gonçalves conversam sobre os impactos da geração na forma de trabalhar em “Geração Z no futuro do trabalho”, o quinto episódio da série de podcasts Gente Investiga.

O novo programa é inspirado no estudo "Geração Z no mercado de trabalho" publicado aqui na íntegra na Plataforma Gente. O material responde a algumas dessas questões além de apresentar dados e pesquisas sobre tecnologia, relação com o mercado e o que esse público quer para o futuro profissional. E o programa usa o estudo para entender como esse público pensa e dá pistas de como vão influenciar as próximas décadas e o funcionamento do mercado.

A Geração Z já está impactando a cultura organizacional de diversas empresas. Trata-se de um público hiperconectado, que aprende rápido, mas também se preocupa com o futuro profissional. O bate-papo e o estudo mostram como eles pretendem chegar às empresas que desejam, sendo uma geração mais idealista e menos pragmática.

Ao contrário do estereótipo de que essa geração só interage no mundo virtual, o material mostra que quando o assunto é trabalho, eles querem sim a conversa com líderes e colegas para conseguirem absorver mais ensinamentos e, a partir daí, evoluir profissionalmente. Neste ambiente, a diversidade também é um tema bastante presente, uma vez que o público da geração em questão valoriza a troca com pessoas diferentes, seja de gênero, raça ou orientação sexual, ponto considerado fundamental para produtividade e para os resultados em um ambiente de trabalho.

Diante desse contexto, a figura do líder como é conhecida hoje, também pode passar por mudanças. De acordo com o conteúdo publicado, para a Geração Z, essa posição está muito mais relacionada ao conhecimento do que ao poder. Segundo Cíntia, “para eles, líder é quem busca o desenvolvimento da equipe, é quem trabalha junto com o time, compartilha conhecimento, “é quem fala nós, e não eu”. As figuras de liderança mudaram, frequentemente contrapondo as noções de “chefe que manda” (passado) e de “líder com quem se colabora” (futuro).”, afirma no estudo.

“Geração Z” ainda aborda a tecnologia e mostra como esse público de relaciona de maneira mais suave com as ferramentas que causavam medo. Agora, a tecnologia é encarada como uma ‘lâmpada do Aladim’, que auxilia a chegar aonde se deseja de um jeito mais fácil e rápido.

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