A Revista Crescer fez uma pesquisa com 2.991 assinantes mulheres. O levantamento foi realizado pela internet e traça diversos aspectos do perfil dessas mães independentes, produtivas, conectadas, que amam suas famílias, mas também se sentem sobrecarregadas – descobrimos que essas mães da geração Y não se preocupam em agradar o parceiro a qualquer custo. A maioria se casa por afeto e mantêm a relação por amor, não por obrigações sociais ou dependência econômica.

mulheres

Elas cresceram orientadas por suas mães para serem independentes. Focaram no estudo, depois na profissão e no casamento e escolheram ter filhos mais tarde. Hoje, lutam por igualdade no trabalho e se orgulham pela casa conquistada também com seu salário – as novas mamães são autônomas como nenhuma geração anterior. Decidem e gerenciam quase tudo sozinhas. Experimentam um relacionamento igualitário com seus parceiros e não deixarão de buscar sua liberdade se não forem felizes. Dedicam tempo e dinheiro, principalmente, para as crianças, que ainda são pequenas. Ficaram no fim da fila das prioridades, assim como suas mães. Mas desejam, acima de tudo, conciliar bem todos esses papéis.

bebes

71% das mães entrevistadas têm apenas um filho, e 25%, dois. Uma em cada três tiveram seu primeiro bebê entre 31 e 35 anos. Acredita-se que uma das razões para isso é que a expectativa de vida aumentou – uma vez que a maternidade e o casamento são postergados, alguma coisa tem de ocupar esse espaço. No caso das mães da geração Y, foi a profissão que preencheu o tempo até decidirem ter filhos. A pesquisa também mostra que 37% delas têm salários maiores ou equiparados aos dos seus companheiros.

prioridade

Para as mães millennials, não ter tempo é uma constante. Na hora de organizar a rotina, os filhos vêm em primeiro lugar: metade prioriza ficar com eles e 77% dedicam quatro horas ou mais por dia aos cuidados maternos – um tempo que, para 45% delas, já é suficiente. À primeira oportunidade de tempo livre, 37% não desejam nada muito especial: querem se sentar diante da televisão. 3% preferem exercícios ou algum tratamento estético e 8% sairiam mais com o companheiro.

O MAIOR SONHO É TER SUCESSO PROFISSIONAL, MAS O QUE TORNA A CARREIRA TÃO SEDUTORA?

status

STATUS

As pessoas são reconhecidas por sua inserção social e a carreira ajuda a construir essa identidade.

independência

INDEPENDÊNCIA

Mulheres não se casam mais para serem sustentadas. Os casais se formam pelo afeto, não pela necessidade de ter alguém que cuide delas e as mantenha.

renda

RENDA

O salário do homem, sozinho, já não é mais suficiente para bancar uma família inteira. É raro ter apenas um provedor em casa, porque o custo de vida, especialmente nas cidades, é muito alto.

Para 56% das entrevistadas, ter uma carreira ou emprego que as realize profissionalmente é o principal desejo depois da maternidade. Hoje, a carreira representa a conquista da independência financeira e emocional, é o trabalho que as torna fortes e livres. E com tanta determinação no ambiente profissional, o que não falta é PODER DE DECISÃO a essas mamães – além de assumir os cuidados com os filhos e a casa, elas respondem pela maioria das escolhas de consumo e programas da família. Haja fôlego!

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