O Brasil entrou na lista dos dez países com mais empresas que têm mulheres em cargos de liderança. 

Segundo o estudo International Business Report (IBR) – Women in Business 2018, realizado pela Grant Thornton:

A pesquisa ouviu executivos de 4.995 empresas em 35 países. Os números mostram uma preocupação com diversidade nas empresas, e que as políticas de inclusão já se tornaram uma prática real.

das empresas do país responderam que têm pelo menos uma mulher como líder

acima da média global de 87%

“Há mais abertura para iniciativas focadas em discutir as questões das mulheres na sociedade e na comunidade empresarial do Brasil.”

Carolina de Oliveira, diretora de inovação, marketing e novos negócios da Grant Thornton

O estudo também analisou quais cargos têm mais presença feminina

diretoria de recursos humanos

 diretoria executiva - cargos na área financeira

As mulheres ainda ocupam mais cargos de apoio (RH, marketing e finanças), em vez de executivos (CEOs). No entanto, o Brasil se diferencia do resto do mundo ao apresentar mais mulheres em cargos de CFO.

Segundo outro estudo, realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 13 mil empresas de 70 países, o relatório  “Mulheres na gestão empresarial: argumentos para uma mudança” mais de 75% das companhias entrevistadas afirmam que suas iniciativas em favor da diversidade de gênero contribuem para melhorar seu rendimento nos negócios. 

Quase três entre quatro empresas que promovem a diversidade de gênero em cargos de direção dizem ter obtido aumento de 5% a 20% nos lucros.

O relatório também destaca alguns fatores que impedem as mulheres de ascender a postos de direção. Um deles é a cultura da empresa que exige disponibilidade de tempo integral, o que acaba afetando de maneira desproporcional às mulheres.

Ainda há resistência à liderança feminina

de pessoas no Brasil admitem que se sentem desconfortáveis
em ter uma mulher como chefe

Mostram dados da pesquisa "Atitudes Globais pela Igualdade de Gênero" (em tradução livre do inglês), publicada em 2019 pela Ipsos.

A resistência a mulheres líderes é maior entre os homens, alcançando 31% deles – enquanto 24% das trabalhadoras no Brasil pensam da mesma forma sobre serem lideradas por alguém do mesmo sexo.

Entretanto, Sofia Esteves, da Cia de Talentos, diz que a mudança na forma como a liderança é vista nas empresas hoje favorece as mulheres bem mais que antes. Para Sofia, as mulheres que se sentiram discriminadas por seu gênero não devem escolher o caminho da vitimização.

 

“As mulheres que se tornaram líderes geralmente nem percebem que sofreram discriminação. Elas são proativas e não têm medo de se expor e acabam avançando.”

O Brasil entrou na lista dos dez países com mais empresas que têm mulheres em cargos de liderança. 

Segundo o estudo International Business Report (IBR) – Women in Business 2018, realizado pela Grant Thornton:

A pesquisa ouviu executivos de 4.995 empresas em 35 países. Os números mostram uma preocupação com diversidade nas empresas, e que as políticas de inclusão já se tornaram uma prática real.

das empresas do país responderam que têm pelo menos uma mulher como líder

acima da média global de 87%

“Há mais abertura para iniciativas focadas em discutir as questões das mulheres na sociedade e na comunidade empresarial do Brasil.”

Carolina de Oliveira, diretora de inovação, marketing e novos negócios da Grant Thornton

O estudo também analisou quais cargos têm mais presença feminina

diretoria de recursos humanos

 diretoria executiva - cargos na área financeira

As mulheres ainda ocupam mais cargos de apoio (RH, marketing e finanças), em vez de executivos (CEOs). No entanto, o Brasil se diferencia do resto do mundo ao apresentar mais mulheres em cargos de CFO.

Segundo outro estudo, realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 13 mil empresas de 70 países, o relatório  “Mulheres na gestão empresarial: argumentos para uma mudança” mais de 75% das companhias entrevistadas afirmam que suas iniciativas em favor da diversidade de gênero contribuem para melhorar seu rendimento nos negócios. 

Quase três entre quatro empresas que promovem a diversidade de gênero em cargos de direção dizem ter obtido aumento de 5% a 20% nos lucros.

O relatório também destaca alguns fatores que impedem as mulheres de ascender a postos de direção. Um deles é a cultura da empresa que exige disponibilidade de tempo integral, o que acaba afetando de maneira desproporcional às mulheres.

Ainda há resistência à liderança feminina

de pessoas no Brasil admitem que se sentem desconfortáveis
em ter uma mulher como chefe

Mostram dados da pesquisa "Atitudes Globais pela Igualdade de Gênero" (em tradução livre do inglês), publicada em 2019 pela Ipsos.

A resistência a mulheres líderes é maior entre os homens, alcançando 31% deles – enquanto 24% das trabalhadoras no Brasil pensam da mesma forma sobre serem lideradas por alguém do mesmo sexo.

Entretanto, Sofia Esteves, da Cia de Talentos, diz que a mudança na forma como a liderança é vista nas empresas hoje favorece as mulheres bem mais que antes. Para Sofia, as mulheres que se sentiram discriminadas por seu gênero não devem escolher o caminho da vitimização.

 

“As mulheres que se tornaram líderes geralmente nem percebem que sofreram discriminação. Elas são proativas e não têm medo de se expor e acabam avançando.”

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