As experiências, ao contrário dos produtos, marcam e ficam na memória, são revividas sempre que compartilhadas e ajudam a expandir a percepção de prazer e vivência de mundo. Quem busca por novas experiências quer novidade, quer experimentar algo bom para dividir com outra pessoa – é nessa linha de pensamento que trilham os Millennials.

Mas vivenciar experiências mais profundas e significativas também pode estar relacionada ao “vazio existencial” característico da geração: os Millennials nasceram na era da internet, são uma geração consumidora muito jovem. Sociólogos e filósofos mais críticos têm apresentado a análise de que os millennials podem apresentar certo vazio de cultura e de história. É um grupo que anseia pelo diferente e pelo autêntico como maneira de se reinventar para dialogar com o mundo.

millennials-escolheriam

Thomas Gilovich, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, foi o coordenador de um estudo divulgado em 2014 que constatou que gastar dinheiro em experiências proporciona uma “felicidade mais duradoura”, e que pessoas se sentem mais conectadas ao compartilharem uma experiência, como uma viagem. O termo “Turismo de Experiência” é utilizado para se referir a uma nova configuração do fenômeno turístico marcado pela busca de novos significados culturais e sociais, segundo Alexandre Panosso Netto, professor do curso de Lazer e Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP), no Brasil.

Segundo estudo publicado em 2017 pela empresa americana de gerenciamento de eventos Eventbrite

78%
dos Millennials,
ou seja, aqueles que nasceram entre 1981 e 1996

escolheriam gastar dinheiro com experiências em vez de objetos materiais.

Para contornar a crise financeira que atinge muitos países no globo, os Millennials buscam cada vez mais opções mais baratas de roteiros e hospedagens. Outro levantamento realizado em 2016 pelo Expedia Brasil, em parceria com a consultoria Future Foundation, mostrou que 74% de brasileiros dessa geração acreditam que “o mais importante em uma viagem é vivenciar a autêntica cultura do local”.

fala-alexandre

A tendência ao compartilhamento de experiências fica evidente na relação da geração com as redes sociais:

42%
dos Millennials afirmam que as fotos postadas por seus contatos influenciam na escolha do próximo destino de férias.
O número cai para

29%
na Geração X, que inclui
nascidos entre 1965 e 1980.

40%
das pessoas com menos de 33 anos priorizam o quão “digno de Instagram” é o destino que irão visitar, diz outra pesquisa.

As experiências, ao contrário dos produtos, marcam e ficam na memória, são revividas sempre que compartilhadas e ajudam a expandir a percepção de prazer e vivência de mundo. Quem busca por novas experiências quer novidade, quer experimentar algo bom para dividir com outra pessoa – é nessa linha de pensamento que trilham os Millennials.

Mas vivenciar experiências mais profundas e significativas também pode estar relacionada ao “vazio existencial” característico da geração: os Millennials nasceram na era da internet, são uma geração consumidora muito jovem. Sociólogos e filósofos mais críticos têm apresentado a análise de que os millennials podem apresentar certo vazio de cultura e de história. É um grupo que anseia pelo diferente e pelo autêntico como maneira de se reinventar para dialogar com o mundo.

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Thomas Gilovich, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, foi o coordenador de um estudo divulgado em 2014 que constatou que gastar dinheiro em experiências proporciona uma “felicidade mais duradoura”, e que pessoas se sentem mais conectadas ao compartilharem uma experiência, como uma viagem. O termo “Turismo de Experiência” é utilizado para se referir a uma nova configuração do fenômeno turístico marcado pela busca de novos significados culturais e sociais, segundo Alexandre Panosso Netto, professor do curso de Lazer e Turismo da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP), no Brasil.

Segundo estudo publicado em 2017 pela empresa americana de gerenciamento de eventos Eventbrite

78%
dos Millennials,
ou seja, aqueles que nasceram entre 1981 e 1996

escolheriam gastar dinheiro com experiências em vez de objetos materiais.

Para contornar a crise financeira que atinge muitos países no globo, os Millennials buscam cada vez mais opções mais baratas de roteiros e hospedagens. Outro levantamento realizado em 2016 pelo Expedia Brasil, em parceria com a consultoria Future Foundation, mostrou que 74% de brasileiros dessa geração acreditam que “o mais importante em uma viagem é vivenciar a autêntica cultura do local”.

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A tendência ao compartilhamento de experiências fica evidente na relação da geração com as redes sociais:

42%
dos Millennials afirmam que as fotos postadas por seus contatos influenciam na escolha do próximo destino de férias.

 

29%
dos que afirmam da Geração X, que inclui
nascidos entre 1965 e 1980.

40%
das pessoas com menos de 33 anos priorizam o quão “digno de Instagram” é o destino que irão visitar, diz outra pesquisa.

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